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quarta-feira, setembro 02, 2009

UMA ACHEGA AO TEXTO DE JJ

Política!

Política é a palavra que denomina a arte ou a ciência da organização, da administração e direcção de Nações ou Estados.

A política interna de um país é a aplicação desta arte aos negócios internos dessa nação e a política externa aos negócios que se têm com outras nações.

Analisando política à luz da democracia, esta ciência, a ciência política, é a actividade de cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos, quer com a sua militância, quer com os seus votos.

Segundo Aristóteles o homem é um animal político, mas eu acrescento, nem sempre interpretando convenientemente esta arte… ora assim sendo, não podemos exigir que a política sirva os cidadãos nem que os ajude a realizar os seus sonhos, sem que antes, cada um de nós aprenda a ter procedimentos compatíveis com o que esta ciência/arte ensina.

O político tem de saber escutar (sem troça e ou arremessos) e tem de saber tomar decisões nos momentos oportunos e sempre que assim seja exigido, sem casmurrice; deverá aceitar as críticas desde que sejam construtivas (as não construtivas, deverá ignorá-las) deve partilhar os seus pontos de vista e as suas reflexões de modo a haver consenso. O diálogo permite que seja alcançado acordo ou que sejam percebidas quaisquer das partes. Da discussão nasce a razão…

O verdadeiro político sabe fazer prevalecer as suas razões e seguramente, apresentar argumentos válidos para que seja credível. Sabe ser assertivo aquando assim for necessário. Também tem de estar atento aos problemas das pessoas para que, como governante, possa accionar mecanismos que permitam que sejam ultrapassados os problemas que estejam a afectar os cidadãos.

Os problemas de carácter social devem estar sempre equacionados de forma evidente e com muita atenção e respeito por aqueles que ficam sem emprego, por aqueles que precisam de cuidados, na saúde, na velhice, e em situações imprevisíveis. Tem também de se acautelar para que não existam casos de fraude… Há sempre quem se “encoste” a subsídios para não se preocupar com o trabalho, quem não quer trabalhar, não deverá viver à custa do trabalho de outros… Há um provérbio que diz “se queres ajudar o pescador, não lhe dês o peixe, dá-lhe uma cana de pesca e ensina-o a pescar” creio que isso nem sempre terá sido feito.

30.08.09

quarta-feira, julho 29, 2009

ÀS VEZES APETECE!

Às vezes escrevemos só por escrever, mas a maior parte das nossas investidas no espaço que se apresenta à nossa frente, quer seja papel, quer seja o monitor do nosso PC, é para despejarmos o que nos vai na alma. É uma terapia muito positiva porque se expõem afectos que estavam na sombra ou porque temos de mostrar o nosso agrado ou desagrado por algo que nos atormenta.

Claro que o que nos atormenta dá-nos uma mais larga margem para nos expressarmos, porque desabafamos.

É o caso!

Tenho de “despejar o saco” porque senão fico “maluquinha”.

Não apareço em revistas, não dou conferências, mas apetecia-me fazer um comício.

Vá! Riam-se para aí e gozem… Porquê um comício? Porque sai barato e como é ao ar livre, de uma maneira geral, atrai muita gente e então podem dizer-se muitas coisas que de outra forma, rodeados de formalismos, não seria possível.

Pois bem! No meu comício e porque estamos num período propício, falaria de eleições. Falaria de possíveis passos a dar para angariar adeptos, mas sem mentir nem pintar quadros imaginários, de cores que se perderiam às primeiras chuvadas.

Não faria questão de aparecer sempre ajanotada e muito menos esconder o como não sou. Os anos são uma honra e não o motivo de nos mascararmos para parecermos mais novos…

No meu comício não diria mal de ninguém. Cada um é como é, e as acções são para quem as pratica. No meu comício tentaria mostrar que o respeito pelas pessoas não é prometer o que é impossível dar-lhes, (sei que as pessoas gostam de analgésicos para não sentirem dores, mas tratamento de fundo, esse não esconde a dor e é moroso…) mas fazê-las sentir que estão erradas, requer paciência e muito tacto, para não molestar ninguém.

Nem sempre o que parece é. Às vezes parecemos estar seguros dos nossos papéis e afinal não passa de mera confusão ou forma de fazer de conta que tudo está bem…

No meu comício não pediria votos. Quem se sentisse na minha onda, votaria em mim, seguramente… teria de ser muito verdadeira e perspicaz para usar termos e palavras que convencessem e levassem todos a colaborar no avanço e melhoria das condições sociais e económicas. Fazer sentir que o trabalho de equipa não significa que se eliminem os degraus que nos separam uns dos outros, nem que esperemos por “milagres” para se conseguir o que se pretende.

O meu comício terminaria com palavras de força e de que querendo, todos conseguimos!

28.07.09


(texto publicado no Clube dos Pensadores)



segunda-feira, setembro 17, 2007

1º DEBATE DO 4º CLICLO


Uma vez mais, o Clube dos Pensadores põe em evidencia a importância do esclarecimento, através dos debates políticos que leva a efeito ao iniciar este 4º Ciclo.
Tem como tema este primeiro debate “A Verdade e a Política”, tendo como convidada a Euro deputada socialista ANA GOMES, caracterizada, sobretudo, pela sua frontalidade e largo conhecimento do tema em discussão.

JOAQUIM JORGE, fundador do Clube e organizador destes debates, convidou ainda outras entidades: CARLOS PEREIRA (psiquiatra e antigo director do hospital de Valongo) e GUILHERMA ALARCÃO (mestre em história medieval).

O evento tem lugar no Hotel Holiday Inn, esta noite, depois das 21H30, a seguir a um jantar que reunirá os convidados e membros do Clube.

Votos de que seja mais um sucesso.